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Primavera traz diversas opções para deixar a casa mais bonita

No dia 23 de setembro começou a primavera no Brasil. É nessa estação do ano que uma grande variedade de espécies de plantas floresce para deixar praças, parques e jardins mais coloridos, bonitos e perfumados. Que tal aproveitar a estação das flores para mudar os ambientes internos da casa ou do apartamento e dar uma repaginada na decoração? Qualquer cômodo pode receber um arranjo, conta a paisagista Sandra Chaib: “uma pimenteira na janela da cozinha, um vaso de orquídea no banheiro ou folhagens na sala”. Paisagista, urbanista e gestora ambiental, Carla Pimentel complementa: “Contanto que tenha boa ventilação e boa luminosidade qualquer lugar pode ser enfeitado”.

Na hora de escolher uma planta, outra regra importante é saber diferenciar luminosidade de sol. “A luminosidade é quando o sol não incide diretamente na planta, é a claridade natural do dia”, explica Chaib. Algumas plantas, por exemplo, não toleram a exposição direta à luz solar. É o caso da ráfis, uma espécie de palmeira que é muito usada no mundo todo plantada em vasos para a decoração de interiores. “Para dentro de casa é melhor optar por folhagens, pois as plantas que florescem necessitam de sol”. Esse seria o princípio básico, segundo Chaib, mas há exceções. A spatifilus, por exemplo, é uma espécie de meia sombra que produz flores e sobrevive bem dentro de casa.

Paisagista e especialista em jardins verticais, Marilu Drummond explica que em relação às plantas, a diversidade é a mesma em todas as estações do ano. “A primavera é o momento que oferece mais variedade de flores. É nessa época que ocorre a floração natural da maior parte das espécies”. A especialista ressalta que o Brasil é um país privilegiado pela enorme diversidade de plantas e flores nativas.

“O inverno é um período em que as plantas adormecem. Chega a primavera, elas começam a soltar nova brotação. Algumas, no entanto, começam a florescer na primavera, mas vão alcançar o ápice da exuberância no verão”, explica Carla Pimentel. É o caso da clívia, que começa a florescer no final da primavera. Mesmo assim, as opções são muitas nessa época do ano. “Na primavera tem-se uma gama enorme de espécies para colorir a casa”, afirma Chaib. Rosa, margaridinha, algumas espécies de orquídeas, hortênsia, gérbera, jasmim-estrela, lágrima-de-cristo, boca-de-leão, frísia, flor-de-noiva, narciso, dedal-de-dama, dama-da-noite. É possível variar os arranjos durante os três meses da primavera sem gastar muito. A unidade da orquídea em corte, por exemplo, pode ser encontrada a R$ 2,85 em BH. Para garantir um resultado bonito para os arranjos e por mais tempo é preciso trocar a água diariamente e cortar as pontas do caule embaixo, sempre usar água gelada e colocar gelo para manter a temperatura baixa. Já para as plantas na terra, Drummond ressalta: “é preciso seguir a orientação de cada espécie. Regar de acordo com a necessidade, podar quando for o caso e adubar dentro das épocas previstas”.

Umas das plantas mais fáceis de serem cultivadas em ambientes internos, segundo Drummond, e de facílima manutenção é a bromélia. Por possuir uma enorme gama de formatos e cores, possibilita arranjos ornamentais muito variados e se adequam também a ambientes sem muita luminosidade. Na hora de escolher, Drummond dá uma dica. “A planta, com ou sem flor, deve agradar àqueles que com ela convivem”. Design de ambientes, Carlos Henrique Loyo, concorda. “A escolha das plantas se assemelha à escolha da obra-de-arte. O profissional tem que deixar a mente do cliente agir. E como a flor é perene, vale a brincadeira de escolher a cada semana uma cor diferente ou uma espécie nova. Para ele, as plantas têm uma capacidade muito forte de explicitar a impressão que o dono da casa quer passar. “Umas dão um tom romântico, outras suavizam o ambiente, algumas são áridas e boas para ambientes rústicos”, completa. Nada é proibido quando esse é o tema.

Com ou sem flores, as plantas trazem um colorido ao ambiente. Dentro de casa ou do apartamento, para Sandra Chaib, o principal benefício é o efeito decorativo. Marilu Drummond acredita, no entanto, que a convivência com as plantas pode fazer bem à saúde física e emocional. O fato é que o benefício maior está do lado de fora. “As plantas atraem pássaros, favorecem o clima, ajudam a reduzir o efeito estufa purificando o ar. Não é só aos olhos que elas fazem bem...”, finaliza Drummond.

Entenda os tipos de regas:

Regas freqüentes: Necessita de solo sempre úmido devendo ser regada dia sim dia não.
Regas regulares: Gosta de água, mas não de solo encharcado, podendo receber água duas vezes por semana.
Regas periódicas: Suporta solo mais seco, podendo ser regada apenas uma vez por semana.


Fonte: Site Pernambuco.com

 


 

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