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ABCSEM comemora 40 anos na Hortitec 2010

A associação celebra aniversário de fundação com estande próprio na feira, onde promoverá o consumo de HFO e o lançamento de um livro, além do apoio à realização de cursos de capacitação

Reconhecida pela defesa e representação do setor de sementes e mudas e visando fortalecer ainda mais os elos da cadeia produtiva de Hortaliças, Frutas e Ornamentais (HFO), a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), marcará presença na Hortitec 2010. E aproveitará também para comemorar seus 40 anos de fundação, com estande próprio, onde promoverá o lançamento de um livro sobre Produção de Mudas de Hortaliças, patrocinado pela própria ABCSEM, de autoria do renomado Prof. Keigo Minami, da Escola Superior Luiz de Queiroz (ESALQ/USP).

A associação também está apoiando os eventos de capacitação promovidos durante o evento em parceria com a Flortec, compostos por oficinas técnicas e um ciclo de palestras. Vale destacar a palestra: "Aumento no Consumo de Hortaliças: Um desafio para o setor", ministrada por Márcio Nascimento, consultor de Relacionamento Institucional da ABCSEM, e por Cyro Cury Abumussi, do Projeto Terra de Gigantes, da Fazenda Ituaú de Salto/SP -que acontecerá no dia 18, das 14h às 16h.

40 ANOS DEDICADOS AO SETOR

A associação atua desde 1970 desenvolvendo ações, projetos e eventos em prol do fortalecimento do setor de HFO. Ao longo desses anos, a ABCSEM tem construído uma imagem sólida no País e no exterior devido à participação efetiva em revisões e elaborações de legislações para regulamentar a produção e o comércio de sementes e mudas, junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e ao mercado. A ABCSEM é referência mundial na divulgação e orientação sobre essas legislações. Tem ainda sólidas parcerias com instituições de ensino e pesquisa, empresas e órgãos do governo, tanto na Federação quanto nos Estados, visando o fortalecimento da cadeia produtiva.

Atualmente, entre suas principais lutas está o levantamento de dados oficiais sobre hortaliças, hoje dispersos, e a viabilização de uma campanha de aumento de consumo de HFO, em parceria com outras entidades e governo; além de outras importantes frentes de trabalho que envolvem legislação, como a problemática das Análises de Risco de Pragas (ARPs), fundamentais na importação de novos produtos de novas origens.

A ABCSEM criou, em parceria com a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM), em novembro de 2009, o Comitê de Olerícolas, Flores e Ornamentais, cujo foco de atuação é buscar soluções para os gargalos do setor, no que se refere à regulamentação (legislação), dando continuidade aos trabalhos já desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho da ABCSEM, formado por profissionais associados qualificados e experientes, bem como, criando novas frentes de ação para demandas levantadas pelo próprio Comitê ou pelo setor.

DADOS DO SETOR DE HORTALIÇAS

Uma pesquisa realizada pela ABCSEM revela que o setor de hortaliças é um ramo do agronegócio em pleno crescimento e que movimenta milhões de reais anualmente, em toda a sua cadeia, do campo ao varejo. Só em 2009, cerca de R$ 307 milhões foram comercializados em sementes de hortaliças no País, valor pago pelos produtores. Atualmente, são cerca de 700 mil hectares de área plantada no Brasil, com envolvimento de mais de 700 mil produtores, que geram cerca de 3 milhões de empregos diretos. O segmento de hortaliças, por suas características de cultivo, proporciona de quatro a seis empregos diretos por hectare, número bastante considerável quando comparado a outras culturas. A base da horticultura brasileira é a mão-de-obra familiar.

São mais de 80 espécies cultivadas e uma grande segmentação de mercado, devido a diferentes tipos de produto. Entre as principais estão: tomate, alface, cebola, cenoura, pimentão e melão. A pesquisa de 2009 também revelou que a melancia, com 98 mil hectares; a cebola, com 53 mil hectares; a alface com 51 mil hectares; o tomate com 55 mil hectares (38 mil - tomate de mesa e 17 mil - tomate para processamento); o milho doce com 36 mil hectares e o repolho com 35 mil hectares; são as espécies de hortaliças que tem mais representatividade em termos de área.

A tomaticultura é o principal destaque do setor, movimentando uma cifra anual superior a R$ 2 bilhões (cerca de 16% do PIB gerados pela produção de hortaliças no Brasil), de acordo com pesquisa da ABCSEM. O tomate representa para as redes de supermercado um produto estratégico nas áreas de FLV (Frutas/Legumes/Verduras).

EM DEFESA DO AUMENTO DE CONSUMO

Apesar de serem baratas e extremamente saudáveis, quando comparadas aos produtos industrializados, as hortaliças ainda têm baixo consumo e grande espaço para conquistar no mercado nacional. O consumo dos brasileiros, em média, por ano, tem sido de apenas 30 kg por pessoa e de 60 kg, considerando as frutas, contra mais de 100 kg, em países de continentes como Europa e Ásia. Estimativas globais da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o consumo insuficiente de frutas e hortaliças inferior a 400g dia (cinco porções/dia), que é o recomendável, é responsável por 2,7 milhões de mortes e 31% das doenças isquêmicas do coração, 11% das cerebrovasculares e 19% dos cânceres gastrointestinais.

Para o presidente da ABCSEM, Luis Eduardo Rodrigues, o setor, como um todo, precisa de maior organização e estrutura para alavancar ainda mais o crescimento da produção de hortaliças no Brasil e também para atender a crescente demanda por hábitos alimentares mais saudáveis. Considerando que em 2001 foram produzidas cerca de 11,5 milhões de toneladas de hortaliças no país, já em 2010, este número quase dobrou, chegando a 19,3 milhões de hortaliças; conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que constam no site da Embrapa CNPH.

"Neste sentido, é possível perceber que, aos poucos, alimentos mais nutritivos e saudáveis estão sendo incorporados à mesa dos brasileiros. Por isso, a ABCSEM levanta a bandeira do Incentivo ao Consumo de Frutas e Hortaliças, inclusive, visando a valorização da agricultura nacional, setor extremamente desenvolvido, e que produz com altíssima tecnologia e excelência em qualidade", salienta o presidente da associação. 

 
 

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